O resultado desse processo fica claro quando ouvimos as pessoas mais velhas, como nossos pais ou avós, dizerem que o futebol não é mais o mesmo, e que, antigamente, se jogava com amor à camisa do seu time, e não pelos altos salários pagos hoje em dia. Porém, o que eles esquecem é que quase 90% dos jogadores profissionais brasileiros recebem salários irrisórios, e que estes, ainda que almejem um ganho de salário bastante alto, jogam sim por amor ao futebol.
Ao menos aparentemente, não importa o quanto o futebol seja feito de contradições: ele atrai as massas do mundo todo, como nenhum outro esporte faz.